Kibon

Dia da mentira

85 anos de história. E o desafio de se reconectar com um público que vive nas redes sociais e é movido pelo que viraliza. Para isso, a resposta não veio de uma campanha tradicional, veio de um insight cultural improvável, de um hábito que todo brasileiro conhece.

O desafio

de uma marca

icônica

A Kibon completou 85 anos carregando algo raro: presença na memória afetiva de gerações inteiras. Mas memória afetiva não garante relevância, especialmente quando o público que você precisa conquistar vive conectado e só para pra olhar pro que viraliza. O desafio era criar um conteúdo que gerasse conversa real nas redes sociais: algo que o público mais jovem quisesse compartilhar, comentar e fazer parte, não apenas assistir.

Um insight

cultural

improvável

Todo brasileiro sabe: pote de sorvete vazio é pote de feijão. Esse hábito popular, presente em praticamente todas as casas do país, foi o ponto de partida: um insight cultural genuíno que carregava familiaridade, humor e potencial de identificação. A estratégia foi juntar esse comportamento com o Dia da Mentira, 1º de abril, e anunciar o “lançamento” do sorvete de feijão da Kibon. Uma brincadeira que parecia real o suficiente para as pessoas acreditarem. E acreditaram.

Creators

+Marca

A estratégia combinou a voz da Kibon com creators selecionados, amplificando a “mentira” de forma orgânica. Cada perfil levou a história para a sua audiência com autenticidade, gerando alcance e credibilidade ao mesmo tempo.

A conversa acontecendo

O público não ficou de fora. Com mais de 1.300 comentários, a ação virou cocriação: as pessoas entraram na brincadeira, deram a própria resposta e fizeram a campanha crescer além dos canais planejados.

Da brincadeira para a

participação real

Depois da revelação de que o sorvete de feijão doce não existia, a Kibon transformou a brincadeira em participação.
A marca apresentou três possibilidades reais de novos sabores inéditos e convidou o público a votar no próximo lançamento.
O insight que começou com um produto fictício abriu espaço para que as pessoas ajudassem a escolher um produto que poderia realmente existir.

A "mentira" virou conversa.

E a conversa virou participação ativa da comunidade.